O menor preço pode se tornar caro se a plataforma não suportar as regras da eleição, exigir adaptações de última hora ou não gerar os documentos necessários ao encerramento. A comparação deve começar pelo processo, não pela tabela comercial.
1. A plataforma suporta a sua regra eleitoral?
Verifique candidatos, chapas, múltiplos cargos, limites de escolha, voto em branco, período de votação e regras específicas da entidade. Peça uma demonstração usando um cenário parecido com o real.
2. Como é a experiência do eleitor?
O eleitor deve entender rapidamente como acessar, selecionar e confirmar. Quanto maior a base, mais importante é reduzir etapas desnecessárias e dúvidas de navegação.
3. Como a plataforma controla quem já votou?
Peça para o fornecedor demonstrar o voto único. Teste uma tentativa de segundo acesso após a confirmação e veja exatamente o que acontece.
4. O que a comissão consegue acompanhar?
Compare dashboards, votos realizados e pendentes, relatórios operacionais e visibilidade das etapas. Diferencie claramente acompanhamento de participação de acesso ao conteúdo do voto.
5. Quais documentos são gerados?
Confira previamente zerésima, boletim, ata, listas de eleitores e relatório de apuração. Não espere o dia da eleição para descobrir se o documento necessário não existe.
6. Existe homologação antes do uso real?
Uma boa contratação deve prever teste da configuração, da base, da cédula e do fluxo do eleitor. Se não houver ambiente ou processo de homologação, o risco operacional aumenta.
7. Como funciona o suporte?
Entenda quem atende a comissão, como dúvidas de eleitores são tratadas, qual é o canal durante a votação e quais horários estão cobertos.
8. O fornecedor consegue explicar os controles?
Evite respostas vagas. Um fornecedor confiável deve conseguir mostrar como seus principais controles funcionam, quais limitações existem e o que depende da organização contratante.
